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Esta página tem a finalidade de disponibilizar os artigos, estudos, livros, publicações e outros materiais a respeito de sistemas de serviços, qualidade de software, Mose Competence, CMMi, MPS.Br, entre outros.

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CMMI for services v1.3

O modelo CMMI-SVC fornece orientação para a aplicação das melhores práticas do CMMI em uma organização de provedores de serviços. As melhores práticas do modelo centram-se nas actividades de prestação de serviços de qualidade aos clientes e utilizadores finais. CMMI-SVC integra os corpos de conhecimento que são essenciais para um prestador de serviços.

O modelo CMMI-SVC, V1.3 é um conjunto de melhores práticas de serviços do governo e da indústria que é gerado a partir da Arquitetura CMMI V1.3 e Framework.1 CMMI-SVC é baseado no CMMI Model Foundation ou CMF (ou seja, o modelo Componentes comuns a todos os modelos CMMI e constelações2) e incorpora trabalho por organizações de serviços para adaptar CMMI para uso na indústria de serviços.

CMMI-SVC fornece um conjunto abrangente de melhores práticas para a prestação de serviços. CMMI para o Desenvolvimento (CMMI-DEV) pode ser tratado como uma referência para o desenvolvimento do sistema de serviço, que suporta a prestação do serviço [SEI 2010a]. Nos casos em que o sistema de serviço é grande e complexo, o modelo CMMI-DEV pode ser efetivamente utilizado para desenvolver tal sistema. 

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CMMI For Development v1.3

O modelo CMMI-DEV fornece orientação para aplicar as melhores práticas do CMMI em uma organização de desenvolvimento. As melhores práticas do modelo centram-se em actividades de desenvolvimento de produtos e serviços de qualidade para satisfazer as necessidades dos clientes e dos utilizadores finais.
O CMMI-DEV, modelo V1.3 é um conjunto de melhores práticas de desenvolvimento do governo e da indústria que é gerado a partir da CMMI V1.3 Arquitetura e Framework.1 CMMI-DEV é baseado no CMMI Model Foundation ou CMF (ie, modelo Componentes comuns a todos os modelos CMMI e constelações2) e incorpora o trabalho de organizações de desenvolvimento para adaptar CMMI para uso no desenvolvimento de produtos e serviços.

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Gerência de Projetos de Software

A Engenharia de Software tem por finalidade auxiliar na construção de software da melhor maneira possível [Pressman1995]. Desde os anos 1960, quando a frase “the software crisis” foi pronunciada, muitos problemas desta área foram identificados, e muitos deles ainda persistem, tais como [Gibbs1994]:

• Previsão pobre – desenvolvedores não prevêem adequadamente quanto tempo e esforço serão necessários para produzir um sistema de software que satisfaça às necessidades (requisitos) dos clientes/usuários. Sistemas de software são geralmente entregues muito tempo depois do que fora planejado;

Programas de baixa qualidade – programas de software não executam o que o cliente deseja, conseqüência, talvez, da pressa para se entregar o produto. Os requisitos originais podem não ter sido, completamente, especificados ou podem apresentar contradições e isto pode ser descoberto muito tarde durante o processo de desenvolvimento;
Alto custo para manutenção – a manutenção pode ser corretiva, quando ocorrem enganos (erros, falhas) no sistema já entregue, ou evolutiva quando novas características são adicionadas ao sistema de software. Ambas são caras quando o sistema original foi construído sem uma arquitetura clara e visível;
Duplicação de esforços – é difícil compartilhar soluções ou reusar códigos, em função das características de algumas linguagens adotadas, por falta de confiança no código feito por outra pessoa e até mesmo pela ausência/deficiência de documentação das rotinas e dos procedimentos já construídos.

Para solucionar alguns destes problemas muitas empresas de software têm adotado metodologias de desenvolvimento de software. Todavia, os paradigmas metodológicos para desenvolvimento de software têm sido considerados somente em termos de “um método” de análise/projeto/implementação, isto é, um conjunto de conceitos, técnicas e notações.

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Estratégia TIC 2022 - BRASSCOM

O presente trabalho é resultado da intensa colaboração entre BRASSCOM e seus Associados ao longo do segundo semestre de 2012, e conta com, contribuições iniciais de representantes de áreas governamentais, da academia e da sociedade, com o objetivo de fomentar uma estratégia nacional e um plano de ação integrado a fim de posicionar TIC como motor para desenvolvimento e inovação do Brasil. Este esforço é proveniente da primeira fase de uma iniciativa que almeja mobilizar os atores-chave do País em torno de uma estratégia nacional denominada “TIC Brasil 2022″. Os próximos passos são o detalhamento das iniciativas propostas e a criação de uma governança inclusiva para coordenar a implementação.

O Brasil é reconhecido internacionalmente pela excelência das soluções tecnológicas desenvolvidas em múltiplas áreas, como serviços financeiros, energia, agricultura, manufatura e governo eletrônico. A intensificação das aplicações de TIC em segmentos críticos, como educação, saúde e pequenas e médias empresas, é essencial para que o País alcance um novo patamar de desenvolvimento socioeconômico.

A BRASSCOM, em parceria com seus associados e a consultoria McKinsey & Company, acredita na importância central de TIC como indutor de competitividade e inovação para endereçar os desafios estruturais do País e potencializar as oportunidades de crescimento e progresso nacional. O plano integrado “TIC Brasil 2022 – TIC Como Motor para Desenvolvimento e Inovação do Brasil”, aqui apresentado, visa criar uma referência nacional na aplicação tecnológica em todos os setores da economia e da sociedade. O relatório se fundamenta numa base factual desenvolvida para a Brasscom pela McKinsey & Company.

Documento produzido pela: BRASSCOM, mais informações em: http://www.brasscom.org.br

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Manual de Oslo

A geração, a exploração e a difusão do conhecimento são fundamentais para o crescimento econômico, o desenvolvimento e o bem-estar das nações. Assim, é fundamental dispor de melhores medidas de inovação. Ao longo do tempo a natureza e o panorama da inovação mudaram, assim como a necessidade de indicadores que apreendem tais mudanças e ofereçam aos formuladores de políticas instrumentos apropriados de análise. Um trabalho considerável foi realizado durante os anos 1980 e 1990 para desenvolver modelos e estruturas de análise para estudos sobre inovação. Experimentos com pesquisas pioneiras e seus resultados, juntos com a necessidade de um conjunto coerente de concei- tos e instrumentos, levaram à primeira edição do Manual de Oslo em 1992, centrada na inovação tecnológica de produto e processo (TPP) na indústria de transformação. O Manual se tornou referência para várias pesquisas que exa- minaram a natureza e os impactos da inovação no setor comercial, tais como o European Community Innovation Survey (CIS), atualmente em sua quarta edição. Os resultados dessas pesquisas levaram a refinamentos na estrutura do Manual de Oslo em termos de conceitos, definições e metodologia, originando a segunda edição publicada em 1997, que, entre outras coisas, expandiu o trata- mento para o setor de serviços.

Versão traduzida e publicada pela: FINEP — Financiadora de Estudos e Projetos. Copyright OECD, 1997.

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Abordagens para Apoio à Implementação da Melhoria do Processo de Software

O conteúdo deste livro aborda conceitos, teorias e, principalmente, as princi- pais abordagens para a implementação de programas de melhoria do processo de software a partir do uso de ferramentas de software e demais mecanismos de apoio. Seu objetivo é apresentar e ilustrar como estas abordagens devem ser tratadas e usadas no cenário de desenvolvimento de software de modo a facilitar o caminho rumo à melhoria do processo e da qualidade de software. Às vezes, o livro pode atuar como ensino-aprendizagem, nunca como uma regra rígida, com as melhores práticas usadas para atingir um programa de melhoria organizacional.

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27º Pesquisa anual realizada pelo GVcia - Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da FGV-EAESP, 2016

Esta pesquisa contempla uma amostra de 2.500 respostas válidas, dentro de mais de 8.000 empresas pesquisadas por alunos de graduação e de pós-graduação da GV, nas médias e grandes empresas nacionais de capital privado, 66% das quinhentas maiores estão na amostra.
Responsável: Prof Fernando S. Meirelles (FGV – GVCia)

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Técnicas para reduzir bugs de software (Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST)

O documento aborda em cinco conjuntos de abordagens, ferramentas e conceitos que podem ajudar a melhorar a qualidade dos programas. Tais como:

  • Usar linguagens de programação adequadas para a tarefa que o código precisará executar.
  • Usar ferramentas matemáticas para verificar se o código funcionará corretamente.
  • Dividir os programas em partes modulares de modo que, se uma parte falhar, o programa inteiro não trava.
  • Conectar ferramentas de análise de código que atualmente operam isoladamente.
  • Desenvolver táticas que possam ser alteradas e evoluir para proteger o código que seja alvo de ataques cibernéticos.
  • Também são fornecidas dezenas de referências com links para aprofundamento de cada tema específico citado no relatório.
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