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Esta página tem a finalidade de disponibilizar os artigos, estudos, livros, publicações e outros materiais a respeito de sistemas de serviços, qualidade de software, Mose Competence, CMMi, MPS.Br, entre outros.

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Uma Abordagem para Melhoria do Processo de Software baseada em Medição

Este artigo apresenta uma abordagem para Melhoria de Processo de Software, definida através da simplificação e adaptação do DMAIC, tendo como foco principal a melhoria baseada na medição dos processos. A abordagem visa trabalhar os processos prioritários para a organização e relevantes para os clientes, utilizando ciclos de melhoria menores, com intuito de obter resultados rápidos e significativos.

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Utilização de Práticas Genéricas do CMMI para apoiar a utilização de Metodologias Ágeis.

Este trabalho apresenta como o modelo tradicional de qualidade de software Capability Maturity Model Integration (CMMI), através de suas práticas genéricas, pode apoiar as Metodologias Ágeis apesar da aparência antagônicas entre as duas abordagens. Este apoio, não só se refere à aderência daquelas metodologias ao modelo em si, mas também, considerar como aspectos ágeis podem ser aprimorados com as melhores práticas propostas pelo CMMI. Este trabalho é resultado da avaliação deste problema em uma organização que pretende alcançar o CMMI nível 2.

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REFERENCIAL BÁSICO DE GOVERNANÇA

Neste Referencial, que ora apresentamos a todos os governantes e à sociedade em geral, e que está disponível no endereço http://www.tcu.gov.br/governanca, definimos GOVERNANÇA NO SETOR PÚBLICO como um conjunto  de mecanismos de liderança, estratégia e controle postos em prática para AVALIAR, DIRECIONAR E MONITORAR a gestão, com vistas à condu- ção de políticas públicas e à prestação de serviços de interesse da sociedade.

Trata-se de documento que reúne e organiza boas práticas de governança pública que, se bem observadas, podem incrementar o desempenho de órgãos e entidades públicas.

Além de esclarecer e incentivar os agentes públicos na adoção de boas práticas de governança, este Referencial se torna um guia para as ações do próprio TCU na melhoria de sua governança interna. Com efeito, algumas de nossas ações se pautaram nas referidas boas práticas ou mesmo inspiraram a sua definição.

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10 Passos para a boa governança

O objetivo da presente publicação, que apresenta aos gestores de todo o Brasil um roteiro simplificado e prático intitulado “Dez Passos para a Boa Governança”. Nossa expec- tativa é que os líderes dos municípios, dos esta- dos, do Distrito Federal e da União dispostos a caminhar na trilha ora sugerida possam partici- par de ciclo virtuoso que resulte em um grande pacto pela melhoria da governança pública.

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DESAFIOS PARA INDÚSTRIA 4.0 NO BRASIL

A digitalização é um processo cada vez mais presente na vida das empresas e das pessoas. Associada às tecnologias da informação e comunicação (TICs), a digitalização está presente em aplicações como e-books, música em formato digital e até mesmo os aplicativos para táxi.

O avanço da digitalização tem o potencial de revolucionar o nosso cotidiano, oferecendo soluções para importantes desafios nacionais em áreas como mobilidade urbana, com o desenvolvimento e adoção de tecnologias ligadas ao conceito de cidades inteligentes (smart cities); eficiência energética, com a implantação das redes elétricas inteligentes (smart grid); atendimento à saúde em um país com dimensões continentais como o Brasil, com o desenvolvimento, por exemplo, de soluções de saúde à distância; e produtividade industrial, com o desenvolvimento da Indústria 4.0, ou Manufatura Avançada.

Um ponto comum a todas essas tecnologias é o emprego da internet como plataforma de inter- câmbio de informações, permitindo a comunicação entre um número ilimitado de dispositivos, dando origem ao que se convencionou chamar internet das coisas, ou IoT, na sigla em inglês.

Tais tecnologias permearão todas as áreas da economia, provocando múltiplas transformações econômicas e sociais nos próximos anos. Um número crescente de dispositivos capazes de se comunicarem uns com os

outros e coletar dados do ambiente e dos usuários (e.g. smartphones, veículos, eletrodomésticos, sistemas de iluminação), associado às tecnologias de big data, com- putação em nuvem e novas tecnologias de tratamento de dados, certamente abrirão espaço para a criação de novos modelos de negócios e poderá alterar a forma como as empresas se relacionam com clientes e fornecedores. As tradicionais divisões entre indústria e serviços e as delimitações dos setores industriais serão alteradas.

Dentre as muitas oportunidades de aplicação da digitalização, o foco deste documento é a In- dústria 4.0, em função de sua relevância para a produtividade industrial.

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MAPEAMENTO DA INDÚSTRIA CRIATIVA NO BRASIL

• A edição 2014 do Mapeamento da Indústria Criativa celebra os dez anos desta Indústria no Brasil. Assim, o objetivo do trabalho vai além de atualizar as estatísticas, propondo-se também a analisar o quanto evoluiu a Indústria Criativa brasileira na última década. Outra novidade desta edição é a agregação dos segmentos em quatro grandes Áreas Criativas: Consumo, Cultura, Mídias e Tecnologia. Por possuírem características semelhantes entre seus segmentos, esta agregação facilita tanto a leitura do comportamento das áreas e de seus segmentos ao longo dos anos, como também a identificação das vocações das regiões e estados brasileiros.

• O mapeamento aborda a Indústria Criativa sob duas óticas. A primeira é a ótica da produção, que lança um olhar sobre as empresas criativas – que não necessariamente empregam apenas trabalhadores criativos em seus quadros. A segunda ótica é a do mercado de trabalho, ou seja, dos profissionais criativos, independentemente do lugar onde trabalham, seja na indústria criativa, na clássica, ou em qualquer outra atividade econômica.

• Sob a ótica da produção, 251 mil empresas formavam a indústria criativa no Brasil em 2013. Num olhar sobre a última década, houve um crescimento de 69,1% desde 2004, quando eram 148 mil empresas. Com base na massa salarial destas empresas, estima-se que a indústria criativa brasileira gere um Produto Interno Bruto equivalente a R$ 126 bilhões, ou 2,6% do total produzido no Brasil em 2013, frente a 2,1% em 2004. Nesse período, o PIB da Indústria Criativa avançou 69,8% em termos reais, acima do avanço de 36,4% do PIB brasileiro nos mesmos dez anos.

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CMMI for services v1.3

O modelo CMMI-SVC fornece orientação para a aplicação das melhores práticas do CMMI em uma organização de provedores de serviços. As melhores práticas do modelo centram-se nas actividades de prestação de serviços de qualidade aos clientes e utilizadores finais. CMMI-SVC integra os corpos de conhecimento que são essenciais para um prestador de serviços.

O modelo CMMI-SVC, V1.3 é um conjunto de melhores práticas de serviços do governo e da indústria que é gerado a partir da Arquitetura CMMI V1.3 e Framework.1 CMMI-SVC é baseado no CMMI Model Foundation ou CMF (ou seja, o modelo Componentes comuns a todos os modelos CMMI e constelações2) e incorpora trabalho por organizações de serviços para adaptar CMMI para uso na indústria de serviços.

CMMI-SVC fornece um conjunto abrangente de melhores práticas para a prestação de serviços. CMMI para o Desenvolvimento (CMMI-DEV) pode ser tratado como uma referência para o desenvolvimento do sistema de serviço, que suporta a prestação do serviço [SEI 2010a]. Nos casos em que o sistema de serviço é grande e complexo, o modelo CMMI-DEV pode ser efetivamente utilizado para desenvolver tal sistema. 

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CMMI For Development v1.3

O modelo CMMI-DEV fornece orientação para aplicar as melhores práticas do CMMI em uma organização de desenvolvimento. As melhores práticas do modelo centram-se em actividades de desenvolvimento de produtos e serviços de qualidade para satisfazer as necessidades dos clientes e dos utilizadores finais.
O CMMI-DEV, modelo V1.3 é um conjunto de melhores práticas de desenvolvimento do governo e da indústria que é gerado a partir da CMMI V1.3 Arquitetura e Framework.1 CMMI-DEV é baseado no CMMI Model Foundation ou CMF (ie, modelo Componentes comuns a todos os modelos CMMI e constelações2) e incorpora o trabalho de organizações de desenvolvimento para adaptar CMMI para uso no desenvolvimento de produtos e serviços.

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Gerência de Projetos de Software

A Engenharia de Software tem por finalidade auxiliar na construção de software da melhor maneira possível [Pressman1995]. Desde os anos 1960, quando a frase “the software crisis” foi pronunciada, muitos problemas desta área foram identificados, e muitos deles ainda persistem, tais como [Gibbs1994]:

• Previsão pobre – desenvolvedores não prevêem adequadamente quanto tempo e esforço serão necessários para produzir um sistema de software que satisfaça às necessidades (requisitos) dos clientes/usuários. Sistemas de software são geralmente entregues muito tempo depois do que fora planejado;

Programas de baixa qualidade – programas de software não executam o que o cliente deseja, conseqüência, talvez, da pressa para se entregar o produto. Os requisitos originais podem não ter sido, completamente, especificados ou podem apresentar contradições e isto pode ser descoberto muito tarde durante o processo de desenvolvimento;
Alto custo para manutenção – a manutenção pode ser corretiva, quando ocorrem enganos (erros, falhas) no sistema já entregue, ou evolutiva quando novas características são adicionadas ao sistema de software. Ambas são caras quando o sistema original foi construído sem uma arquitetura clara e visível;
Duplicação de esforços – é difícil compartilhar soluções ou reusar códigos, em função das características de algumas linguagens adotadas, por falta de confiança no código feito por outra pessoa e até mesmo pela ausência/deficiência de documentação das rotinas e dos procedimentos já construídos.

Para solucionar alguns destes problemas muitas empresas de software têm adotado metodologias de desenvolvimento de software. Todavia, os paradigmas metodológicos para desenvolvimento de software têm sido considerados somente em termos de “um método” de análise/projeto/implementação, isto é, um conjunto de conceitos, técnicas e notações.

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Estratégia TIC 2022 - BRASSCOM

O presente trabalho é resultado da intensa colaboração entre BRASSCOM e seus Associados ao longo do segundo semestre de 2012, e conta com, contribuições iniciais de representantes de áreas governamentais, da academia e da sociedade, com o objetivo de fomentar uma estratégia nacional e um plano de ação integrado a fim de posicionar TIC como motor para desenvolvimento e inovação do Brasil. Este esforço é proveniente da primeira fase de uma iniciativa que almeja mobilizar os atores-chave do País em torno de uma estratégia nacional denominada “TIC Brasil 2022″. Os próximos passos são o detalhamento das iniciativas propostas e a criação de uma governança inclusiva para coordenar a implementação.

O Brasil é reconhecido internacionalmente pela excelência das soluções tecnológicas desenvolvidas em múltiplas áreas, como serviços financeiros, energia, agricultura, manufatura e governo eletrônico. A intensificação das aplicações de TIC em segmentos críticos, como educação, saúde e pequenas e médias empresas, é essencial para que o País alcance um novo patamar de desenvolvimento socioeconômico.

A BRASSCOM, em parceria com seus associados e a consultoria McKinsey & Company, acredita na importância central de TIC como indutor de competitividade e inovação para endereçar os desafios estruturais do País e potencializar as oportunidades de crescimento e progresso nacional. O plano integrado “TIC Brasil 2022 – TIC Como Motor para Desenvolvimento e Inovação do Brasil”, aqui apresentado, visa criar uma referência nacional na aplicação tecnológica em todos os setores da economia e da sociedade. O relatório se fundamenta numa base factual desenvolvida para a Brasscom pela McKinsey & Company.

Documento produzido pela: BRASSCOM, mais informações em: http://www.brasscom.org.br

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Manual de Oslo

A geração, a exploração e a difusão do conhecimento são fundamentais para o crescimento econômico, o desenvolvimento e o bem-estar das nações. Assim, é fundamental dispor de melhores medidas de inovação. Ao longo do tempo a natureza e o panorama da inovação mudaram, assim como a necessidade de indicadores que apreendem tais mudanças e ofereçam aos formuladores de políticas instrumentos apropriados de análise. Um trabalho considerável foi realizado durante os anos 1980 e 1990 para desenvolver modelos e estruturas de análise para estudos sobre inovação. Experimentos com pesquisas pioneiras e seus resultados, juntos com a necessidade de um conjunto coerente de concei- tos e instrumentos, levaram à primeira edição do Manual de Oslo em 1992, centrada na inovação tecnológica de produto e processo (TPP) na indústria de transformação. O Manual se tornou referência para várias pesquisas que exa- minaram a natureza e os impactos da inovação no setor comercial, tais como o European Community Innovation Survey (CIS), atualmente em sua quarta edição. Os resultados dessas pesquisas levaram a refinamentos na estrutura do Manual de Oslo em termos de conceitos, definições e metodologia, originando a segunda edição publicada em 1997, que, entre outras coisas, expandiu o trata- mento para o setor de serviços.

Versão traduzida e publicada pela: FINEP — Financiadora de Estudos e Projetos. Copyright OECD, 1997.

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Abordagens para Apoio à Implementação da Melhoria do Processo de Software

O conteúdo deste livro aborda conceitos, teorias e, principalmente, as princi- pais abordagens para a implementação de programas de melhoria do processo de software a partir do uso de ferramentas de software e demais mecanismos de apoio. Seu objetivo é apresentar e ilustrar como estas abordagens devem ser tratadas e usadas no cenário de desenvolvimento de software de modo a facilitar o caminho rumo à melhoria do processo e da qualidade de software. Às vezes, o livro pode atuar como ensino-aprendizagem, nunca como uma regra rígida, com as melhores práticas usadas para atingir um programa de melhoria organizacional.

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27º Pesquisa anual realizada pelo GVcia - Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da FGV-EAESP, 2016

Esta pesquisa contempla uma amostra de 2.500 respostas válidas, dentro de mais de 8.000 empresas pesquisadas por alunos de graduação e de pós-graduação da GV, nas médias e grandes empresas nacionais de capital privado, 66% das quinhentas maiores estão na amostra.
Responsável: Prof Fernando S. Meirelles (FGV – GVCia)

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Técnicas para reduzir bugs de software (Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST)

O documento aborda em cinco conjuntos de abordagens, ferramentas e conceitos que podem ajudar a melhorar a qualidade dos programas. Tais como:

  • Usar linguagens de programação adequadas para a tarefa que o código precisará executar.
  • Usar ferramentas matemáticas para verificar se o código funcionará corretamente.
  • Dividir os programas em partes modulares de modo que, se uma parte falhar, o programa inteiro não trava.
  • Conectar ferramentas de análise de código que atualmente operam isoladamente.
  • Desenvolver táticas que possam ser alteradas e evoluir para proteger o código que seja alvo de ataques cibernéticos.
  • Também são fornecidas dezenas de referências com links para aprofundamento de cada tema específico citado no relatório.
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